Vestax PMC 05 Pro IV – Quick TEST

Vestax PMC 05 Pro IV Red Beat series

Este artigo me leva de volta no tempo e às afetuosas lembranças de meu primeiro Battle Mixer Pro DJ, o famoso “Scratch Master PRO”, produzido pela Gemini e usado por todos aqueles que na década de 90 queria chegar perto do misterioso mundo do scratch pagando somas aceitáveis.

 

 

Retornando ao presente,a Vestax sempre foi cuidadosa esempre atenta às necessidades de DJs profissionais, apresentando soluções avançadas de produtos duráveis. No passado tive a oportunidade de experimentar outros mixers desta casa, incluindo o indiscutível Vestax PMC 06 A Pro e Pro Vestax PMC 05 Pro II e III.

 

A evolução deste último será o tema do nosso ensaio: a Vestax PMC 05 Pro Series IV Red Beat.

Primeira impressão

Quando recebi a notícia de fazer a avaliação do modelo novo da Vestax PMC 05,  vi que no site oficial haviam vários modelos, e esperava receber o Pro IV cor negra porque – pelo menos em fotos – parecia que a versão em vermelho era um pouco “excêntrica”, com uma linha de design de baixo desempenho. Esqueça isso. Abrindo o pacote, fiquei fascinado pela beleza e elegância do Red Beat Series mixer – igual a uma Ferrari, flamejante, vermelha e brilhantíssima, recém-saída da concessionária (Fig. 1).

(Fig. 1 – Mixer Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

À primeira vista, o mixer apresenta-se com um tamanho médio (somente 26 x 33 cm) e com um peso médio de 4,5 kg A disposição dos knobs e faders não é de todo confuso, considerando as muitas funções que podem ser programadas. Têm-se a sensação de manter a situação sob controle, como nas versões anteriores (Fig. 2). Ao tocá-lo, percebe-se que o chassi é de alumínio, como o resto da mesa de mixagem com knob e faders de classe para formar um mixer, na minha opinião, indestrutível, ou pelo menos de longa resistência. Na caixa, bem como o Vestax PMC 05 Pro IV, encontramos uma fonte de alimentação de 12 V, cabo USB para ligação a PC / MAC, o manual estritamente na língua japonesa e inglesa, e para personalizar a instalação do suporte midi nas teclas.

(Fig. 2 – Panorâmica do mixer Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

Colegamentos

Osservando atrás do mixer Vestax PMC 05 pro IV (Fig. 3) encontramos 3 entradas de canal: duas são entradas de linha dedicadas exclusivamente aos leitores CD, CDJ e outros sistemas digitais; a última, pode ser comutado em entradas line / phono para toca-discos.

(Fig. 3 – Painel posterior Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

A característica que distingue este modelo Pro IV dos antecessores é a sua capacidade para gerir os DVS (Digital Vinyl Systems), como Traktor Scratch e Serato, com entradas exclusivas “THRU IN” E “THRU OUT”, permitindo ao DJ não só decidir – através de uma chave seletora – com qual entrada ou phono irá controlar o DVS, mas ao mesmo tempo não ter que desligar e ligar toda vez o CD-player, ou o toca-discos, e assim por diante (Fig. 4).

(Fig. 4 – Detalhe do INPUT Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

A seção EFFECT permite-nos aplicar um processador ou efeitos externos, delay ,distorsore etc., tendo também um send (enviar) e um retorno (RTN), além de efeitos ajustáveis na seção do painel. (Fig. 5).

(Fig. 5 – Detalhe da seção EFFECT Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

Observando o painel posterior, percebo que na seção OUTPUT o mixer é dotato de 3 saídas perfeitamente reguláveis trâmite gain do painel de controle: Master (XLR), Booth (TRS) e Aux (RCA). Não podemos desprezar este detalhe: é uma coisa importantíssima, até porque porque muitas vezes os profissionais precisam separar os canais e enviar em seu registro de desempenho ou até mesmo enviar um sinal para o monitor perto do console … ou, o engenheiro que segue no console ao vivo, aliás, não tem esse tipo de cabo com esse tipo de conector (Fig. 6). … A última coisa que eu noto logo acima do conector USB é uma seção dedicada à USB para ligar através de qualquer microfone XLR ou linha 7 (RCA), outra fonte de áudio, mas desta vez através da entrada de controle de ganho. (Fig. 7)

(Fig. 6 – Detalhe da seção OUTPUT Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

(Fig. 7 – Detalhe SUB Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

Fader & Knobs

Acho que a primeira coisa que um DJ iniciante começaria a verificar é a lisura, em termos de velocidade, do cross fader. O novo Vestax CF-X2 Digital Fader equipado para esse modelo é nada menos do que excelente! É um fader magnético “sem contato”, atrito zero e zero de ruído de contatos (Fig. 8), concebido para enfrentar e resistir a várias tensões e manipulações. A linha faders é um pouco menos suave, mas definitivamente de alta qualidade.

(Fig. 8 – Detalhe Cross Fader Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Sx de Paolo Colacicco)

No painel inferior (Fig. 9) abaixo do fader, temos acesso para controle total deste último. Além de ter o clássico switch “reverse” que inverte o canal, já visto em modelos anteriores, ele tem a habilidade de ajustar a curva eletronicamente, usando o botão, e ainda a gerir com grande precisão o “cut” esquerda / direita do cross fader.

(Fig. 9 – Painel inferior Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

A mesma coisa pode ser feito com os faders da linha onde o DJ, ajustando a curva ou o inverso, pode realizar um corte / scratch acrobáticos ou outro (Fig. 10).

(Fig. 10 – Detalhe do painel inferior Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

Em seguida, no mesmo painel, há um refinamento: de fato, a Vestax, certamente para satisfazer as necessidades de diferentes tipos de conjuntos de DJ, decidiu equipar o som de um monitor auscultador com dois tipos de ataques (Fig. 11), um fone de ouvido 6,3 milímetros para monitor clássico e um outro de 3,5 mm para fones de ouvido que, recentemente, vem sendo o preferido por muitos DJs.

(Fig. 11 – Detalhe de entrada dos fones Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

Conforme mencionado na introdução, o painel frontal superior, ou seja, o painel principal de controle, é muito claro e intuitivo: na parte superior temos a gestão de topo do volume total (GAIN), interruptores, isoladores e linha de freqüência HI, MID e LOW nos dois canais principais e SUB (Fig. 12); knobs para ajustes individuais e separados das saídas MASTER, BOOTH e AUX e, finalmente, a capacidade de monitorar os canais PGM, AUX RTN ou MASTER auricular (fig. 13) .

(Fig. 12 – Detalhe do painel e SUB de Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

(Fig. 13 – OUTPUT e seletor de fones Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

Na parte central encontramos seis botões de função e uma roda de rolagem para cada canal midi e, finalmente, no fundo, encontramos (além do fader) controlar os efeitos DRY/WET e enviados em dois canais de linha e o auxiliar. Não muito longe da linha faders, interruptores e transformadores aqui existentes em anos anteriores, foram completamente remodelado para facilitar e acelerar interruptor no zero (fig. 14). Como modelos Vestax 05 Pro II e III, encontramos a direita pequenos controlador de fader posicionados verticalmente e horizontalmente para ajustar o volume do fone de ouvido e o percentual de músicas para o canal (fig. 15).

(Fig. 14 – Detalhe do EFFECT Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

(Fig. 15 – Detalhe do controle de fones de ouvido Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

Controle MIDI

A principal característica – e também, digamos, “a cereja do bolo” – desta obra é a capacidade de configurar as teclas midi e rodas de rolagem com o software Traktor Scratch e Serato, para ter um live set completo e totalmente ao seu alcance. O Pro IV está equipado com 12 botões MIDI (6 para cada canal) e duas rodas (1 para cada parte): o centro da configuração circular é um pouco tecla “Shift” que dá a possibilidade de criar outros botões no mesmo 12 notas midi diferentes (Fig. 16).

(Fig. 16 – Detalhe da seção MIDI Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

Os botões são iluminados por uma luz de cor azul, que ativa a função SHIFT para o vermelho. Os botões, assim como por sua vez, também podem ser premidos e configurados em cada parte (Fig. 17). Dulcis in fundo, a linha de fader e cross fader, além de canais de áudio são configuráveis via midi e completamente “maleáveis” com o seu software.

(Fig. 17 – Botão MIDI anterior iluminado do Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series (foto de Paolo Colacicco)

O Teste

Testei o Vestax PMC 05 pro IV,  com conexão via porta USB, em um notebook Sony Vaio, Intel Centrino Duo T2500 2,0 GHz, 2 GB de memória RAM e sistema operacional Microsoft Windows 7: tudo é instalável e o dispositivo periférico foi detectado sem qualquer problema. Como o software que usei para o teste Traktror Scratch Pro. No início, criei todo o mapeamento do painel de controle, atribuindo valores a cada botão midi, mas curiosamente visitando o site da Vestax, achei um link onde você vai encontrar o suporte disponível para download para pré-programados para o Serato Scratch Live ou mesmo para o Traktor Scratch PRO (Fig. 18) – e é claro que você sempre pode personalizá-lo ao seu gosto. O link está disponível aqui.

O mapeamento midi pré-definido no file .tsi tem estes critérios:

- botão 1-3: atribui um novo ponto de sinalização ou saltar para o ponto de partida de existir, se já está definido;

- botão 1-3 (Shift Mode): elimina um ponto de ligação para impostar um outro novo;
- botão 4-6: loop Set In, Turn Loop On / Off;
- botão 4-6 (Mode Shift): reduzir, aumentar ou variar o tamanho do ciclo;
- a roda (girando): rola a lista de músicas a serem selecionadas;
- a roda de rolagem (imprensa): atribui a faixa em destaque na plataforma correspondente (A / B).
Durante os testes, não vi qualquer tipo de latências, os botões respondem com precisão e a posição no centro do misturador, onde foram localizados, é perfeito.

(Fig. 18 – Painel de configuração MIDI de Traktor scratch PRO)

Conclusão

Creio que o Vestax PMC 05 pro IV seja a evolução de todos os modelos produzidos pelos japoneses nos últimos anos. É definitivamente o futuro dos mixers e agora não tenho nenhuma dúvida de rotulá-la como um produto altamente profissional. Os DJs que queiram atingir níveis profissionais mais elevados devem fazê-lo a partir da compra de um bom mixer, que atenda todas as suas necessidades: o Pro IV é uma excelente escolha para o fazer. Certamente, o preço é importante, mas está em consonância com os produtos concorrentes de outros fabricantes. Entre outras coisas, aqueles que tiveram pelo menos uma vez o prazer de manipular o mixer Vestax pro, certamente concordarão comigo sobre a qualidade e a força de seus produtos. Assim, a força deste produto é o fato de que ele é completo: é ótimo para DJs que querem aprofundar-se no scratch, perfeito para mixar e usar em seu próprop setup outros periféricos, ideal para aqueles que usam seu computador portátil no lugar de uma bolsa com vinil.

(Dj Fresella testando o Vestax PMC 05 pro IV Red Beat series – foto de Pelmet)

Prós

Material de altíssima qualidade e de ótima manufatura, resistente ao tempo.

Possibilidade de desfrutar várias saídas e gerenciá-los separadamente.

Cross fader Vestax CF-X2 Digital zero rumor, zero atrito.

Fader de linha e cross fader com curvas regulável e personalizável.

Linha dedicada IN/OUT para os dispositivos DVS.

Contras

Preço pouco acessível.

informações úteis:

Faricante: Vestax

Modelo: PMC 05 pro IV Red Beat Series

Website: http://www.vestax.com/

Distribuidor italiano: www.exhibo.it

Custo: cerca de 769,00 euro

TL Audio M-3 – Mixer valvolare

Ci sono una serie di marche che si amano e altre meno. Fare un articolo ed essere obiettivi su quest’ultima categoria è molto difficile. Ultimamente ho progettato un piccolo studio di registrazione semi professionale e il cliente mi ha chiesto di affiancare alla sua scheda audio Fireface 800 della RME, 8 channel-strip di buona qualità, ma con dei preamplificatori che avessero un leggero colore per sopperire alla grandissima linearità dei preamplificatori e convertitori della RME. Il budget era molto basso, circa 3/4000 euro e, per quanto mi sforzassi, non trovavo nessuna soluzione, se non quella di comprare un banco analogico standard, tipo Mackie. Alla fine mi sono recato allo studio di un carissimo amico e ho potuto provare il mixer valvolare Tubetracker M-3 della TL Audio, che ricordiamo per le ben note serie Ivory e Blue.

Cuore valvolare:

In ogni studio di registrazione, da quello professionale a quello project , il mixer (o consolle di mixaggio o banco) è il punto in cui tutto converge, il cuore di ogni attività. Qui arrivano i segnali dai microfoni o da generatori di suoni, vengono smistati verso le tracce del registratore, inviati a processori esterni per essere ripresi più belli e misteriosi ed infine miscelati ed amalgamati gli uni con gli altri fino a creare sonorità sempre più coinvolgenti e destinate ad un piccolo master che può essere fatto ascoltare all’esterno. Sicuramente per il tipo di versatilità (poca) e i soli otto canali a disposizione, non possiamo certo considerare il TL AUDIO M-3 il vero e proprio centro del nostro studio, a meno che non ci occupiamo di produzioni minimaliste tipo chitarra, voce e qualche colore percussivo. In tal caso questo mixer si colloca per bellezza e qualità nell’olimpo dell’audio mondiale, un vero e proprio gioiello. La febbre della valvola è contagiosa, non c’è che dire. Prima ancora dei grandi nomi dell’audio mondiale, ovvero le aziende piccoli costruttori erano già partiti con la produzione di numerosi apparecchi a valvole più o meno “vintage-oriented”. Certo, se è vero che la grande industria riesce ad offrire prodotti a prezzi impossibili per chi si avvale della stessa economia di scala (acquisto di materie prime in quantità enormi) è anche vero che a captare gli umori del mercato sono molto più bravi i “pesci” piccoli, più snelli e flessibili nell’impostare (o nello stravolgere) il proprio lavoro su scala artigianale. Se c’è qualche cosa che ben si presta alla produzione in aziende di dimensioni poco più che familiari, questa è la tecnologia valvolare; la valvola consente lo sviluppo di circuiterie tanto semplici quanto efficaci dal punto di vista sonoro e ciò spiega il perché del proliferare degli apparecchi a valvole nell’economia industriale. Questa premessa serve per inquadrare la produzione della casa britannica TL A., acronimo dietro al quale si cela TONY LARKING AUDIO, una vecchia conoscenza della comunità audio mondiale passata dalla pluridecennale attività di vendita e importazione a quella di produzione. Per chiudere il cerchio  sulle valvole vintage e Tony Larking , uno dei primi prodotti della casa era un pre-eq. outboard costruito re-inscatolando moduli NEVE recuperati da vecchie consolle finite in pensione. Tutto quadra. Parlando delle valvole diciamo pure che ci sono diverse maniere per divertirsi con i tubi termoionici (Fig.1). Si possono progettare e costruire apparecchi “alla vecchia maniera” solo con valvole, condensatori e resistenze uniti assieme con filo di rame rigido sterlingato (ricordate i vecchi amplificatori per chitarra o per basso?) senza nemmeno un circuito stampato. Oppure è possibile costruire moderni apparecchi a circuiti integrati e infilare nel punto più appropriato uno stadio di guadagno a valvole ottimizzato per offrire sensazioni il meno valvolare possibile. Inoltre si può progettare in maniera ibrida qualcosa che sfrutta tutte e due le galassie per raggiungere un equilibrio fra vantaggi e svantaggi che penda più a favore della modernità, senza indulgervi troppo. Sono tutte strade possibili, ognuna con i propri punti di forza e debolezza. E il mixer M-3 dove sta? Nel mezzo, dove si adopera la valvola solo nel circuito di preamplificazione e sulle uscite master. Il TL Audio è stato pensato principalmente come otto strip-channel. Infatti, il suono che esce dalle “direct – out” dei canali compete per silenziosità e bontà sonora con i migliori “outboard” presenti sul mercato. In uno studio di registrazione professionale può diventare il cuore analogico della ripresa, collegandolo con un frustino agli otto ingessi A/D del registratore digitale o scheda di registrazione e può condizionare positivamente il segnale di qualsiasi sorgente sonora. In questo modo si da ai banchi digitali soltanto la responsabilità del mix-down, sfruttando così la grande capacità di gestione, automazione e memorizzazione dei freddi, ma comodissimi mixer digitali.

TL A. M-3 da vicino:

La lamiera è spessa circa tre millimetri ed è vestita in superficie di uno manto di vernice blu, (Fig.2) dove spiccano meravigliosamente i vari segmenti, linee di confine, simboli e valori numerici di colore bianco. Sulla sezione del canale, scrutando dall’alto verso il basso si trovano: il controllo del “gain” con “range” da +16 a + 60 dB, il selettore per i segnali microfonici o quelli di linea (molto utile per gestire ed accettare in maniera pulita senza il minimo di distorsione in ingresso i vari segnali provenienti dai differenti strumenti elettronici ottimizzati in ingresso dal potenziometro rotativo dell’input gain sopra citato), lo switch per “phase revers” che serve ad invertire la fase del segnale d’ingresso facendola ruotare di 180 gradi (questa operazione è utile quando si opera con più di un microfono in fase di registrazione). Un trucco per verificare se esiste un errore di “fase” in una registrazione multimicrofonica è ascoltare il programma in mono. In questo modo se il livello master scende notevolmente ci sono seri problemi di fase.

Viceversa, se il segnale rimane simile a quello stereo o addirittura superiore significa che i segnali hanno una buona coerenza di fase fornendo così anche un’ottima mono compatibilità. In quest’epoca ricca di sofisticatissimi ascolti stereofonici e multicanali (surround), esiste purtroppo ancora una vasta diffusione monofonica presente in quasi tutte le reti televisive della nostra nazione per non parlare di quelli radiofonici. Il filtro passa alto (12 dB per ottava) a 90 Hz è l’ideale per rimuovere frequenze basse dannose dal segnale d’ingresso ed è utile per una corretta gestione dell’effetto prossimità dei microfoni direzionali e in particolare quelli a condensatore in fase di registrazione della voce. Il filtro diventa un autentico “anti rumble” (termine inglese onomatopeico) in tutte quelle riprese dove la sorgente da registrare tipo chitarra, violino e vari strumenti a fiato e percussivi esprimono il loro carattere timbrico ben al di sopra dei 90 Hz; ricordando che la totalità dei microfoni a condensatore e non, economici o costosi, possiedono al di là della loro linearità una completa risposta in frequenza. Il filtro è comunque “bypassabile”, per un’immediata comparazione, mediante lo “switch” per attivare o disattivare la sezione EQ. L’attivazione è monitorata da un piccolo led adiacente verde; anche in questo caso è utile la comparazione tra segnale equalizzato e quello flat .

Il Channel  Strip:

L’equalizzatore è formato da quattro bande dal basso verso l’alto dove sono collocati: il potenziometro rotativo che regola da + – 15 dB le basse frequenze shelving a 80Hz, un semiparametrico “peacking” sulle medio basse, un altro sulle medio alte e infine un filtro “shelving” sulle alte posizionato a 12 Khz (Fig.6). A che cosa è utile un EQ o, meglio dire, un filtro lascio alla vostra immaginazione, anche perché non ci sarebbe spazio a sufficienza in questa prova per parlarne, ma ci limiteremo semplicemente, per questa volta, a descriverne le caratteristiche timbriche. Ogni canale è anche equipaggiato con 2 “aux sends”. Il primo è selezionabile tramite “switch” in pre o post “channel”, mentre il secondo è fissato soltanto nella modalità post channel. La soluzione pre channel è preferibile quando bisogna gestire una linea di monitoraggio perché fornisce una completa indipendenza dei volumi. Può essere utilizzata anche in maniera creativa insieme ad un dsp. Esempio: abbassando il fader di canale e mantenendo aperta l’uscita aux in pre sullo stesso canale si ottiene soltanto il segnale processato che può essere utile in un particolare arrangiamento o come effetto speciale. Subito dopo l’aux send troviamo il controllo del pan, un potenziometro che ha il compito di posizionare nel panorama stereo la sorgente, ad un determinato punto, facoltativamente da un lato estremo all’altro. È chiaro che una corretta gestione di questa funzione insieme ad un giusto filtraggio e volume di un segnale, può contribuire notevolmente alla riuscita del missaggio finale, anche in un articolatissimo programma sonoro. Il Tubetracker ha il pulsante switch del mute con relativo led di colore rosso che si accende ogni qual volta il mute è attivo e un utilissimo switch per attivare la funzione PFL (“pre fade listen”). Anche in questo caso quando il tasto viene premuto si accende il relativo led rosso sul canale selezionato. La funzione può servire a monitorare l’ascolto in cuffia per verificare la presenza di un segnale anche a fader abbassato oppure a controllarne il livello in ingresso mediante i generosi metering analogici sulla sezione master. Il channel fader possiede un’escursione da 100 millimetri fornendo alla massima posizione +10 Db di gain. Forse sarà inutile dire che al di là del segnale d’ingresso e di come può essere trattato, la quantità di segnale da spedire allo stereo master è opera soltanto di quest’ultimo importantissimo componente.A completare la sezione del canale vi sono in prossimità dell’altezza massima del fader, precisamente sulla destra, due led, uno giallo e l’altro rosso, rispettivamente il “drive” e il “peack level”. Il led del drive si accende gradualmente ogni qual volta il livello d’ingresso si incrementa al di sopra di +6 dBu fino a +16 dBu fornendo al suono un carattere tipicamente valvolare arricchendo armonicamente e quindi riscaldando il segnale da inviare ai registratori digitali. Il led del “peak” si accende per avvisarci che il segnale sta per distorcere; comincia ad accendersi quando tocca la soglia di + 21 dBu. Se scegliamo di prelevare il segnale dalla “direct out” abbiamo a disposizione altri 5 dB di “headroom”. Completata la descrizione del canale, passiamo a quella della sezione master.

Sezione Master:

La sezione master è formata da favolosi metering di forma circolare analogici a bobina in stile vintage (Fig.5). Essi possono monitorare: il segnale stereo in uscita, il “PFL” presente in varie sezioni del mixer (quando viene azionato) e il segnale dei “2 T return” quando selezionato sulla sezione monitor. Sotto i due “meter” vi è una coppia di “led peak” che operano sul segnale stereo e si accendono quando siamo alla soglia dei + 21 Dbu con una tolleranza di + 5 Db di headroom. Equidistanti fra questi due led c’è il “led power” che indica l’accensione del mixer. Subito sotto si trova un “metering digitale” più due controlli, uno che serve a selezionare il tipo di quantizzazione in bit e l’altro per scegliere la frequenza di campionamento. Ricordiamo che la scheda di conversione A/D è opzionale, ma la casa costruttrice ha voluto fornire al mixer l’hardware per la gestione e il controllo di questa conversione. La “phantom power” una volta azionata è attiva contemporaneamente su tutti e otto i canali, non essendoci un switch individuale su ogni canale. I master “aux sends” sono completi del pulsante per il controllo del pfl con relativo led. I due “ritorni aux” insieme al potenziometrodel balance sono sempre correlati dallo switch pfl e led. La sezione monitor è formata da due potenziometri rotativi, uno che gestisce il volume da indirizzare ad una coppia di monitor e l’altro il pfl “balance level”. Sempre nella sezione monitor ci sono, inoltre, lo switch “2 T return” utilissimo quando si vuole sentire il ritorno da uno stereo master, come un dat o un CD recorder, etc. Guardando verso destra scopriamo l’uscita per le cuffie; il segnale di quest’uscita viene gestito dai potenziometri della sezione master monitor. Infine, troviamo un singolo fader da 100 millimetri che controlla il volume d’uscita dello stereo mixer. Non possiamo certo con un solo fader decidere a valle dei segnali, le differenze di livello del canale destro e di quello sinistro dell’uscita master; però su un eventuale “fade in” o “fade out” si ottiene con il singolo fader un’accuratezza ed una precisione massima. Vi mostro con l’immagine il generoso pannello posteriore con i relativi connettori d’ingresso e d’uscita dei segnali, switches per la calibratura, etc (Fig.6).

TL A. sotto torchio:

Dopo questa lunga descrizione passiamo dunque alla prova pratica di questo promettente mixer. Una volta collegata la PSU al banco ho inserito il cavo di alimentazione alla rete. Una bellissima luce ambra illumina i due meter della sezione master a forma di oblò. La prima prova è stata molto semplice da realizzare perché ho collegato le uscite di un discreto lettore CD agli ingressi linea dei primi due canali del mixer, selezionando l’apposito switch. Ho monitorato il segnale d’ ingresso con il “pfl” ottimizzandolo a “0” dB tramite il potenziometro rotativo input gain. Dopo ho estremizzato i controlli di pan a sinistra e a destra per un ascolto stereofonico standard. Ho posizionato il master verso i tre quarti della sua corsa e con i fader dei canali ancora abbassati ho controllato se c’erano problemi evidenti di diafonia. Assolutamente no, silenziosissimo. Sono passato all’ascolto di alcuni brani di Fabio Concato abbastanza vecchiotti come: “Guido piano”, “Rosalina” e “Sexy tango”. La qualità della registrazione su questo CD è davvero datata, appena sufficiente e non rimasterizzata. Devo dire però con piacevole sorpresa che il mixer è riuscito a fornire un audio generale gradevolissimo, fornendo una impressionante apertura stereo. Voglio precisare che per tutta la prova l’equalizzatore non è stato coinvolto. Eccezionale!

Voce maschile e femminile:

Ho scomodato per questa prova un fantastico Neumann U87ai (Fig.7), un microfonoche non ha certo bisogno di presentazioni. Chiedendo al cantante di fornire varie pressioni dinamiche ho ottimizzato il guadagno d’ingresso facendo di tanto in tanto lampeggiare il led giallo del drive sopra spiegato.Per questa prova ho prelevato il segnale dalla “direct out “del canale direttamente dai convertitori AD della scheda audio RME Fireface 800. Sempre senza attivare l’equalizzatore, ho notato che lo stadio di preamplificazione è davvero silenzioso; si ascolta il suono e basta, con una buona headroom, restituendo fedeltà sia riguardante il carattere del microfono sempre caldo e sensibile, sia per il timbro della voce in generale. L’azione della valvola è davvero discreta, mai invadente, tutto quello che ci si può aspettare da un ottimo channel strip esistente in commercio. Ho sentito in questo caso il bisogno di azionare il filtro HP (passa alti) e di aprire di circa due dB le alte shelving, anche perché la cabina di ripresa non è di quelle molto riflettenti; l’U87 di per se è già caldo ed infine la voce maschile in questione si esprime nel range di un registro baritono, facendo un buon uso dei propri risonatori. Quello che conta in ogni caso è il risultato e grazie alle varie possibilità che offre questo mixer non ci vuole molto a raggiungerlo condizionandolo in positivo. Il brano che ha eseguito la cantante è in lingua inglese, come il manuale del nostro mixer. Facendo tutte le operazioni di “routing” per la taratura dei livelli, diciamo subito che anche in questo caso non c’è stato un minimo d’asprezza o sporcizia musicale: il segnale è stato sempre dettagliato, corposo e trasparente. In questo caso non è stato necessario intervenire con l’equalizzatore tranne che per il filtro “low cut”.  Buona anche questa prova.

Chitarra acustica:

Per questo tipo di ripresa ho utilizzato una tecnica bi-microfonica con due AKG 414 ULS, posizionati in maniera standard, uno a destra l’altro a sinistra dello strumento. Subito ho notato una meravigliosa apertura stereofonica senza zone d’ombra. Il suono della chitarra in generale è risultato ricco e dettagliato fornendo una buona velocità ai transienti in esecuzioni ritmiche e in arpeggi. Di conseguenza ho sentito l’esigenza di azionare non solo il filtro HP, ma anche la sezione EQ operando: -2 dB sulla sezione bassi shelving, -2 dB sulle medio basse intorno ai 400 Hz ed ancora -2dB sulle medio alte, intorno ai 2 HKz. La sensazione con questo banco è che c’è più bisogno di togliere, che di aggiungere. Mica male!

Basso elettrico in diretta:

Per questa prova mi sono servito di due tipi di bassi elettrici, uno con circuitazione passiva e l’altro con quella attiva. Quello passivo è stato giustamente collegato ad una D.I. box attiva, per interfacciarlo correttamente all’ingresso microfonico del canale, mentre quello attivo è stato collegato direttamente sull’ingresso linea del canale. In tutti e due i casi veniva fuori la differenza sostanziale tra questi due strumenti e per quello che riguarda l’ascolto è bastato soltanto alzare il fader di canale per raggiungere un risultato di livello professionale. Un’altra volta è stato meglio togliere che aggiungere, intervenendo con la sezione equalizzazione senza azionare però il filtro low cut.

Live Trio jazz:

Per questo tipo di prova ho occupato quattro canali per la batteria, un canale per il contrabasso e due microfoni per il pianoforte a mezza coda. Non mi dilungo nella spiegazione sul tipo di regolazione impostate, anche perché tutto è in relazione al tipo di microfono utilizzato, allo strumento, allo strumentista ed infine, non meno importante, al luogo che ospita la performance. Sicuramente vi parlerò di quello che è successo. Il mixer ha fatto subito colpo su tutti i musicisti già a livello estetico. Ma passiamo ora alla cosa più importante: la prova. Diciamo subito che il mixer è riuscito a riprodurre un sound di altissimo livello senza nulla togliere alla bravura degli esecutori principali. Sulla batteria ha risposto in maniera morbida e veloce su tutta l’elevata gamma di pressione e di frequenze tipica di questo strumento. Dalla rotondità della cassa e la botta dei tom, alla coerenza di fase del rullante e la setosità dei piatti, ha mantenuto sempre un suono pulito con un ottimo headroom. Per quel che concerne il contrabasso ho ottenuto lo stesso positivo risultato, bassi morbidi e rotondi con i medio alti prodotti dalle corde sul manico veloce e definiti. È quasi d’obbligo descrivere il tipo di microfonatura utilizzata per il pianoforte, per il semplice fatto che è determinate ai fini dell’ascolto. Ho utilizzato due microfoni abbastanza diffusi a diaframma stretto in una configurazione X Y (stereofonia coincidente). Li ho inclinati a 45 gradi sulle corde posizionando l’asta al centro del pianoforte. In questa situazione l’obbiettivo è stato quello di catturare quanto più possibile il suono diretto cercando di limitare il “cross-talk” (infiltrazioni) prodotti dagli altri strumenti. Il suono in registrazione è stato quello che mi ero prefissato di raggiungere e ciò può spiegare la grande possibilità di gestione che questo mixer offre.

Utilizzo dei DSP:

Un’altra prova che ho voluto realizzare è stata la gestione dei DSP con i controlli aux sends. Nel settaggio post ho collegato due processori, un Lexicon PCM 91 (Fig.8) e un TC M5000. Ho fatto partire delle tracce dry dal multipista digitale contenti voce, chitarra e quartetto d’archi. Ottimizzando il rapporto tra l’ingresso e i ritorni aux con le macchine Fx, ho notato una grande silenziosità. Sul Lexicon ho utilizzato il preset “Concert Hall” mentre sul TC un “Chorus”. Il riverbero è stato distribuito su tutta l’ensemble, mentre un poco di chorus è stato messo sulla chitarra e sul quartetto. La sensazione ricevuta è stata quella di trovarsi a cospetto di un ascolto importante dotato di grande classe e nobiltà e restituendo una veritiera tridimensionalità con delle code di riverbero d’ottima grana sonora. Non c’è che dire. Stupendo!

Conclusioni:

Mi sarebbe piaciuto poter testare anche la qualità di conversione della scheda digitale opzionale digitale, ma purtroppo non è stato possibile. Ad ogni modo un paio di nei li ho riscontrati. Uno è l’assenza dei sub master con la relativa assegnazione dei canali, molto utili quando si vuole raggruppare, per esempio, più voci coriste, una piccola sezione d’archi oppure una batteria. Avrei gradito inserire sull’insert dei sub master due canali di buona compressione per uniformare le dinamiche troppo scollate. Il secondo neo è l’assenza del doppio fader nella sezione master L – R. È pur vero che nel caso di un singolo master fader si può avere più accuratezza sui fades, ma la cosa è comunque risolvibile facendosi aiutare da un’accoppiatore di faders, qualora ce ne fossero stati due. Penso che per un hardware così importante qualsiasi utente debba sempre avere la piena libertà di scelta e poter sfruttare tutte le possibilità offerte dalla strumentazione a disposizione, in particolare quando sono di livello professionale, a cominciare dal loro prezzo. Certamente questo è un mixer di ottima fattura e qualità e diciamo pure che il costo è proporzionato alla sua caratura. Sicuramente non è per tutte le tasche, però facendo due conti si può dire che, se per esigenze lavorative avessi bisogno di otto pre amp mic ed altrettanti equalizzatori della stessa qualità che questo mixer offre, quale sarebbe stata la mia spesa? Domanda retorica perché già conosco la risposta, cioè più del doppio. L’unico vantaggio di avere otto outboard separati sta  proprio nel fatto che sono separati. Se oggi ho bisogno solo di due canali per una ripresa esterna porterò con me soltanto una o due unità senza altri ingombri. Ma quanto ci sarebbero costati otto outboard di questa qualità separati? Sicuramente più del doppio. Fate quindi le vostre valutazioni. Questo è un mixer non versatilissimo, pensato principalmente per collegarlo dalle direct out di canale direttamente alle tracce di qualsiasi multipista digitale, per diventare un “upgrade” in un qualsiasi studio, da affiancare alle consolle digitali o essere usato come una consolle di missaggio di piccole ma importanti produzioni completandolo magari con degli ottimi DSP e processori di dinamica non presenti fortunatamente nel banco. Un altro aspetto più che positivo è l’esperienza tattile con la sua componentistica. I fader e le manopole rotative vanno come il burro dotate di un meraviglioso frizionamento e offrendo sempre un’escursione generosa e uniforme su tutti i punti della corsa, senza avvertire, anche concentrandosi al massimo, differenze fra di essi. Mi sono dovuto ricredere su questo prodotto. La progettazione ibrida di questo strumento ha fatto si che il segnale in uscita fosse molto equilibrato e con una bella sonorità calda e omogenea, senza dare un carattere troppo predominante al suono, cosa che ne permetterà l’utilizzo per svariati tipi di produzione.